Poesia em mim nasceu assim,
Areias, praias, mares, amores.
Meu coração envelheceu assim,
Meu coração, saudoso que explodiu
Em paixões um dia, anda quieto, me aconselha:
"Senta num bar, canta e acarinha o teu violão.
Segue os conselhos das tuas canções, fica por lá.
E deixa que a madrugada te leve pela mão."
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
RESPINGOS DE PRATA.
Gostaria de homenagear um pai! Eu!
Um pai chato, briguento, rabugento, falando
a toda a hora coisas cansativas.
Sou um pai chato, mas um pai querido...
Nos finais de semana , em algum lugar,
nos juntamos, meio de longe, nos olhando e
depois nos chegamos.
Sou um pai chato, briguento, rabugento.
Quero continuar assim. Quando a tardinha
do domingo chegar, se todos perto de mim,
que maravilha! Me aprenderam e eu os aprendi.
Eu sou assim! Um pai chato, de amor sem fim.
Quero eles todos, sempre, pertinho de mim,
com muito amor! E que venham os netos!
Um pai chato, briguento, rabugento, falando
a toda a hora coisas cansativas.
Sou um pai chato, mas um pai querido...
Nos finais de semana , em algum lugar,
nos juntamos, meio de longe, nos olhando e
depois nos chegamos.
Sou um pai chato, briguento, rabugento.
Quero continuar assim. Quando a tardinha
do domingo chegar, se todos perto de mim,
que maravilha! Me aprenderam e eu os aprendi.
Eu sou assim! Um pai chato, de amor sem fim.
Quero eles todos, sempre, pertinho de mim,
com muito amor! E que venham os netos!
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
RESPINGOS DE PRATA
E, nas madrugadas das minha dores, acordado, relembrei das noites sem fim. Das músicas, em Rio Grande, com o Bossa Sul, das madrugadas com o Primo em Porto Alegre e por lugares, nunca antes navegados, pelos países do sul, com tantas músicas bonitas e, matematicamente, bem trabalhadas.
Tocamos, cantamos coisas inesquecíveis, nos clubes, com seus estrados e palcos iluminados.
Fomos os atores das noites do Rio Grande, do Rio Grande do Sul e de todos os lugares, emprestando e oferecendo carinhos à casais enluarados.
Eu, de longe, observava como mexíamos com a as fantasias de todos nas noites dançadas, projetando fins de noites, para eles, fantásticos.
As músicas cantadas e tocadas, os arranjos, eram de um bom gosto incrível. Quando o salão enchia com os rostos grudados, entendíamos os nossos objetivos alcançados.
Centenas de músicas tocadas, centenas de beijos flagrados e no final do baile o pessoal pedia, que a festa não acabasse.
Meus colegas músicos lembram disso. Hoje, a memória de um senhor, músico, é assim. Espero não esquecer de nada e espero que não esqueçam das belas músicas, perfeitas, que tocamos e que fizeram tanta gente sonhar.
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