Hoje, lembrei, teus beijos,
Das noites que te amei.
Lembrei carinhos, teu corpo,
Tuas mãos em mim.
Teu sono, deitado no peito,
falaram segredos nossos.
Hoje, lembrei dos teus beijos,
Das noites de tanto amor.
Saudade louca, Sem os teus carinhos.
Tuas mãos em mim me fazendo quieto,
Teus sonhos, segredos sem fim.
Outra anda perto de mim.
Muito perto de mim.
Mas a saudade malvada, de ti
não acaba, fica guardada,
dentro de mim.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
RESPINGOS DE PRATA.
ESCRITO PARA UM GRANDE POETA DA MÚSICA.
Olhar envelhecido, ouvido esperto, sorriso delicado,
Olhar envelhecido, ouvido esperto, sorriso delicado,
dedos desgastados pelo aço das cordas das guitarras.
Lembrando as letras das músicas, companheiras das
vidas dos cantadores. Tocavas para os amigos,
sentado, à mesa do bar, com a turma que ouvia
o teu passado tão presente. Amigos quietos, ouvintes inveterados,
dos dó, ré e sei lá, as outras notas tocadas pelo grande mestre.
Todos degustavam as histórias, contadas por ti.
dos dó, ré e sei lá, as outras notas tocadas pelo grande mestre.
Todos degustavam as histórias, contadas por ti.
Um dia, te foste. Partiste de manso, não avisaste ninguém.
Foste embora, após um mi bemol, da última manhã, dos contos,
encantos e cantos.
encantos e cantos.
Um abraço meu amigo, não tiveste tempo de te
despedir de nós. Partiste com os carinhos das mesas
do bar e dos ouvidos quietos que quietos ouviam as histórias,
as harmonias, musicais sem fim, mais os teu acordes dissonantes.
Um abraço, grande amigo, de todos nós.
despedir de nós. Partiste com os carinhos das mesas
do bar e dos ouvidos quietos que quietos ouviam as histórias,
as harmonias, musicais sem fim, mais os teu acordes dissonantes.
Um abraço, grande amigo, de todos nós.
Os amigos da mesa do bar, continuarão por muito tempo sem esquecer de ti,
grande mestre, grande companheiro.
A mesa , ao lado da porta de entrada do bar, continuará só, amigo
RAUL LIMA.
.
grande mestre, grande companheiro.
A mesa , ao lado da porta de entrada do bar, continuará só, amigo
RAUL LIMA.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
RESPINGOS DE PRATA.
E o meu barco sem destino,
Procurou portos seguros, sem encontrar.
Um dia, aportou em algum lugar, cantou,
Fez versos, depois navegou em alto mar
Pelas noites sem fim.
E o meu barco sem destino,
continuou assim. Resolveu não voltar.
Procurou portos seguros, sem encontrar.
Um dia, aportou em algum lugar, cantou,
Fez versos, depois navegou em alto mar
Pelas noites sem fim.
E o meu barco sem destino,
continuou assim. Resolveu não voltar.
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