quinta-feira, 22 de outubro de 2015

RESPINGOS DE PRATA.

Uma estrela maior que o sol,
brilha ao leste do Cruzeiro do Sul.
Longe, desaparece no universo.
Alfa centauro, a estrela guia 
que cuidou e cuida de mim.

LINDÍSSIMO! O MELHOR QUE JÁ OUVI!


terça-feira, 20 de outubro de 2015

RESPINGOS DE PRATA.

"O céu, a noite, a lua,
O mar, uma ilha 
E nessa ilha tu.
Ou apenas tu, 
Sem o céu, sem a noite,
Sem a lua, sem o mar,
Sem a ilha."

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

RESPINGOS DE PRATA.

Ai, a madrugada que ouviu meu canto,
cantou comigo todo o seu encanto,
e agora encanta o meu amanhecer.
Pela noite toda me acompanhou,
me acarinhou, o dia então se alegrou,
como quem quer ouvir tudo de novo.
Ai, a madrugada que ouviu meu canto,
cantou comigo todo o seu encanto,
e agora encanta o meu amanhecer.
Vou querer o dia chegando de manso
meu canto vai trazer a noite toda,
para encantar as outras madrugadas.
Ai, a madrugada que ouviu meu canto
Trouxe de volta  a tua alegria,
o teu carinho todo o teu amor.
Fica aqui comigo, pela noite toda
Quero carinhos, beijos de amor.
Quero acordar no teu amanhecer.


sábado, 10 de outubro de 2015

RESPINGOS DE PRATA.

Passaste perto de mim,
Sentiste meu amor por ti.
Ficaste alegre e calada.
E foste embora de nim.
Quero que voltes agora.
Fica perto do meu peito,
Fala bem perto de mim.
Beija minha boca dengosa,
Carinhosa, de beijos sem fim.



RESPINGOS DE PRATA.

Foi um amor, que chegou, ligeiro,
querido, faceiro, perto de mim.
Chegou assim, à vontade, cantou,
e dormiu ao meu lado.
Acordou ligeiro! Perto de mim.
Amores alegres, assim, são amores
passageiros. chegam e partem
ligeiro.
Que sigam pelas estradas, pelos tempos.
Pelos carinhos sem fim.




segunda-feira, 5 de outubro de 2015

RESPINGOS DE PRATA.

Essas moças, belas moças.
Dos meus carinhos sem fim.
Essas moças que cantavam, 
Músicas lindas pra mim.
Os meus sonhos, escutavam
Os violões, tocando, assim...
Eu sonhando, ouvia versos,
Carinhos perto de mim.
Essas moças, belas moças.
Dos meus amores, sem fim.


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

RESPINGOS DE PRATA.

Era um jovem que na praia,
ouvia o silencio do mar,
O horizonte sem fim, 
a brisa fresca na cara, a
areia tocando mansa.
Procurava o fim do mar, 
Sem encontrar.
O tempo passou ligeiro e procurando
o horizonte, envelheceu a esperar.
Nunca mais voltou à praia, passou pela vida
A sonhar, passou pela vida a esperar.
O grande amor esperado, morava, 
Muito além do fim do mar...